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O que é site responsivo e como funciona a web que cabe no celular?

Não é novidade pra ninguém que os hábitos de consumo mudaram, mas às vezes não percebemos o quanto a tecnologia está inserida no nosso dia a dia. Tem muita gente que resolve praticamente tudo usando só o smartphone: faz as compras do supermercado, chama um Uber, acompanha a rotina escolar dos filhos, agenda consultas médicas e muito mais. Por isso, ter um site responsivo é fundamental para posicionar melhor o seu negócio.

Uma pesquisa encomendada pelo Google Brasil revela que o hábito de pesquisar no computador, seja notebook ou desktop, já não é mais predominante. A expectativa de 79% dos usuários de smartphones é obter informações imediatas para suas pesquisas. Isso significa que o seu negócio precisa de um site responsivo para proporcionar uma melhor experiência ao consumidor.

Mas afinal, o que é um site responsivo?

O site responsivo é desenvolvido para se adaptar aos equipamentos mobile, como smartphones e tablets. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)recomenda que os negócios tenham uma versão mobile de sua página para alcançar um público maior e impulsionar as vendas. Destacamos abaixo algumas das vantagens de ter um site responsivo:

  1. O conteúdo se adapta ao tamanho da tela.
  2. Os elementos se ajustam automaticamente para uma rolagem vertical.
  3. O menu do site também se adapta ao dispositivo usado.
  4. É possível selecionar os conteúdos de destaque para o mobile.
  5. O tamanho das imagens também se adapta ao layout.

O site responsivo pode impulsionar as vendas

Os consumidores estão cada vez mais em busca de experiências positivas enquanto usam equipamentos móveis. Uma prova disso é que 43% dos usuários de smartphones desistem de um site que não carrega imediatamente e 41% afirmam que as chances de voltarem a esse site é mínima. É o que aponta um estudo da consultoria Provokers. Portanto, se o seu negócio não tem um site responsivo, a tendência é que o consumidor procure o site de outra marca.

Esses dados são de um teste realizado pelo Google com mais de 900 mil sites mobile. Segundo o teste, o tempo médio de carregamento das páginas pesquisadas foi de 22 segundos. O problema é que se um site responsivo demora mais de três segundos para carregar os usuários desistem da busca. Além da demora para carregar o conteúdo, outras reclamações muito comuns são a dificuldade de encontrar o que busca, falta de funcionalidade e problemas para finalizar uma compra, no caso das lojas virtuais.

Portanto, se você quer aumentar a visibilidade do seu negócio, atrair novos clientes e ampliar as vendas, precisa investir em um site responsivo. Mais do que uma tendência, é uma necessidade se adaptar ao comportamento das novas gerações. Se você ainda não está convencido, pode acessar outro post que publicamos aqui no blog: 4 motivos para ter um site responsivo. Inclusive, vale lembrar que em 2015 o Google implementou alterações em seu algoritmo e passou a dar prioridade aos sites adaptados para dispositivos móveis.

Aplique o conceito mobile first

A criação de um site deve sempre manter o foco no usuário. Afinal, o mais importante é fazer com que as informações cheguem ao consumidor, objetivo final das ações de desenvolvimento de projetos web. Então, se o usuário está cada vez mais usando smartphones e tablets, direcione a criação de um site começando pelos dispositivos móveis.

Esse é o princípio do mobile first: desenvolver inicialmente a versão para smartphones e tablets e depois adaptá-la para desktops e notebooks. Quando o conteúdo e toda a arquitetura da informação são pensados para telas menores, a tendência é que a velocidade de carregamento seja maior. Ou seja, um site responsivo tende a ser mais leve e se você unir isso a um bom conteúdo, a chance de os consumidores abandonarem o seu site reduz significativamente.

Uma dica para avaliar o seu site é usar a ferramenta PageSpeed. Ela analisa o carregamento de páginas da web e fornece insights, como a classificação do site, recomenda melhorias e aponta otimizações já implantadas. O uso é gratuito e a avaliação é feita para versões mobile e desktop. O PageSpeed tem ainda guias com conteúdo relevante sobre como aperfeiçoar o seu site, referências e exemplos para desenvolvedores.

Este post ajudou você a entender o que é um site responsivo e a importância dele para o seu negócio? Cite nos comentários outros temas que lhe interessam!

Fonte: HostGator


Como um bom site ajuda a gerar mais negócios locais

Você já ouviu o termo “dá um Google“? Essa prática faz parte do dia a dia de praticamente todas as pessoas e as pesquisas são as mais variadas possíveis. As buscas na internet vão desde receitas culinárias a letras de música, passando por resultados de jogos esportivos e, principalmente, referências sobre negócios locais. Queremos saber qual a melhor padaria da cidade, referências de restaurantes veganos, qual a clínica veterinária mais próxima, onde encontrar uma loja de brinquedos, de roupas, calçados e por aí vai. Ou seja, você precisa aproveitar esse intenso volume de busca para atrair novos clientes para a sua empresa.

O primeiro passo para ser encontrado é ter um site, mesmo que a sua empresa não venda produtos online. Diariamente as pessoas  buscam na internet referências sobre negócios locais, querem saber os dias e horários de atendimento e procuram estabelecimentos próximos de onde estão. Se a sua empresa tiver um bom site é possível tirar proveito de estratégias como SEO local, uma maneira  de ajudar o seu potencial cliente a encontrar a sua empresa. Veja algumas dicas de como colocar isso em prática no seu site.

O que é um bom site para negócios locais?

Existem várias ferramentas de busca na internet, sendo o Google, a mais conhecida. Quando você pesquisa por algo nessas ferramentas, os buscadores fazem uma seleção entre os dados disponíveis online. O resultado dá preferência aos sites e informações que sejam mais relevantes para a experiência do usuário. Se você pesquisar por uma lanchonete, por exemplo, a tendência é que os primeiros resultados apresentados sejam os estabelecimentos mais próximos da sua localização e você ainda receberá algumas opções que facilitam o acesso ao local pesquisado, como o botão de ligar para a lanchonete ou direções e mapas sobre como chegar mais rapidamente. Percebeu como é importante que os negócios locais tenham um bom site? Só assim sua empresa poderá se posicionar melhor.

Uma pesquisa divulgada pelo site Think With Google aponta que olhamos nossos celulares mais de 150 vezes por dia. Isso significa que não basta ter um site que funcione apenas em notebooks e desktops, também é preciso pensar nos aparelhos móveis, como smartphones e tablets. Dados da mesma pesquisa revelam que 86% dos usuários de smartphones fazem pesquisa de compras usando aparelhos mobile. Os negócios locais não podem perder essa oportunidade de potencializar a divulgação dos seus produtos e serviços. Inclusive, para isso é fundamental que o site do seu negócio possua uma versão exclusiva para dispositivos móveis, como smartphones e tablets, caso contrário você pode perder clientes, uma vez que as informações do seu site podem aparecer desconfiguradas nestes tipos de equipamentos.

Um bom site deve ser funcional e atender tanto aos objetivos do seu negócio, como aos interesses dos clientes. É fundamental ter informações básicas do seu estabelecimento, como: endereço, formas de contato, horário de funcionamento e uma descrição clara sobre o que a sua empresa faz e seu segmento de atuação. O conteúdo deve ser estruturado de forma simples e objetiva, fazendo com que as informações sejam encontradas facilmente. Além disso, é fundamental que o site esteja otimizado para as ferramentas de busca. Falaremos mais sobre isso a seguir.

5 dicas para o seu site gerar mais negócios

Quem trabalha com o desenvolvimento de sites já está acostumado com os termos ranqueamento e busca local, mas quem não é dessa área costuma ficar um pouco confuso com expressões como essas. O ranqueamento é uma classificação feita pelas ferramentas de busca para definir a relevância do conteúdo que é apresentado em um site. Quanto melhor o ranqueamento, melhor posicionado um site fica no resultado de busca, facilitando que os usuários o encontrem e, consequentemente, o acessem. Para atingir um bom ranqueamento, deve-se levar em conta fatores como o conteúdo do site, a velocidade de carregamento da página e a adaptação para smartphones e outros aparelhos móveis.

Imagine que a palavra-chave do seu negócio é “flor de liz”. É importante que ela apareça nos títulos do seu site, nos cabeçalhos e conteúdo, nas descrições, nos nomes das imagens e URLs. Mas neste caso, as ferramentas de busca tendem a apresentar o seu negócio só para quem pesquisar exatamente este termo. Por isso, você pode optar por destacar a palavra-chave “floricultura no Rio de Janeiro”, fazendo com que seja possível que a sua empresa seja exibida para quem está em busca de flores na capital carioca. Percebeu que essa pode ser uma ótima oportunidade para negócios locais? A sua empresa pode ser encontrada por quem está em busca do serviço que você presta ou produtos que oferece, na região em que atua.

Também é importante dizer que os resultados das buscas variam de acordo com o equipamento utilizado. Você pode fazer o teste, pesquisar pelo supermercado mais próximo no seu computador e depois repetir a busca no smartphone. Como o telefone tem um sinal de GPS, vai considerar a sua localização e, portanto, vai apresentar resultados geolocalizados, ou seja, mostrar os supermercados mais próximos ao local que você se encontra no momento. Essa pode ser uma estratégia para negócios locais atraírem mais pessoas e conquistarem novos clientes.  

Confira algumas dicas básicas para que o seu site apareça mais nas buscas locais:

1) Descrição – Os sites de negócios locais devem ter uma descrição detalhada, explicando o que é a empresa, e quais os produtos ou serviços oferecidos. O usuário precisa entender rapidamente do que se trata o negócio, sem margem para dúvidas. Caso contrário, as chances dele abandonar o site em apenas alguns segundos, é grande. 

2) Categoria – A sua empresa deve ser categorizada de forma correta. Se você vende roupas infantis, deve deixar isso claro nos conteúdos do próprio site. Não basta dizer que o seu negócio vende “roupa de qualidade”, é preciso explicar que “roupas para crianças” e aí você pode reforçar que têm qualidade comprovada, por exemplo. 

3) Imagens – Adicione várias fotos no site. Vale mostrar desde a fachada da empresa até o interior das instalações e a exibição de produtos. Lembre-se que as fotos devem ter qualidade, então priorize a boa resolução, mas não exagere para não comprometer o carregamento da página. 

4) Informações – É importante descrever todas as informações sobre o seu negócio: nome da empresa, endereço, formas de contato (telefone/e-mail/WhatsApp), dias e horário de atendimento.

5) Depoimentos – Mostrar a opinião de clientes também é importante, afinal, o ponto de vista de quem já adquiriu seus serviços pode estimular outras pessoas a conhecerem a sua empresa. Mas lembre-se, as opiniões devem ser reais e ter sua publicação autorizada pelos autores.

Fonte: HostGator


O que é hospedagem de sites e como escolher o melhor custo-benefício para seu projeto

Se você não trabalha diretamente com tecnologia é possível que tenha dificuldade em compreender alguns termos comuns deste segmento. Talvez você não saiba o que é  hospedagem de sites, tenha dúvidas sobre domínio e não entenda a diferença entre servidores. Fique tranquilo, iremos ajudá-lo a entender esse universo (que nem é tão técnico assim) para que você fortaleça a sua presença digital.  

Qual a diferença entre domínio e hospedagem de sites?

Esses dois termos andam juntos, porque nenhum site vai para o ar sem eles. O domínio é o seu endereço na internet, ou seja, é o que vem depois do “www”. Pode ser o nome da sua empresa ou algo relacionado ao seu segmento de atuação. Por exemplo: www.floresdamaria.com.br ou www.floricultura.com.br. Cada domínio é exclusivo, por isso é importante conferir se o que você deseja usar está disponível. O órgão que regula e controla o registro de domínios no Brasil é o Registro.br, mas você pode fazer essa consulta e contratação através de alguns provedores de hospedagem, que também oferecem recursos para o registro de domínios internacionais, ou seja, que não utilizam .com.br.

Entender o que é hospedagem de sites também é fácil. Ela é responsável por armazenar todas as informações e arquivos contidos em um site Isso significa que, depois de escolher o domínio do seu site, você irá decidir onde ele ficará hospedado. Se traçarmos um comparativo, o domínio pode ser representado por um endereço, como “Rua João Augusto, nº 35”, enquanto a hospedagem é o espaço físico, que neste exemplo pode ser um comércio, uma casa ou apartamento, o local onde são guardados seus pertences. Na internet, os dados também ocupam um determinado espaço, mesmo que virtual. A hospedagem é, portanto, onde os conteúdos ficam armazenados e são disponibilizados na internet durante 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Agora que você já sabe o que é hospedagem de sites é importante saber que existe um terceiro elemento muito importante: o servidor. Os conteúdos dos sites ocupam um espaço virtual (a hospedagem) que, por sua vez, precisa de uma estrutura física para arquivar as informações (os servidores).

Conheça os principais tipos de hospedagem

Assim como existe a hospedagem em hotéis, que costuma ser temporária, e o aluguel de casas, para uma permanência mais prolongada, também existem variações entre hospedagens de sites. No mercado existem vários planos, mas aqui falaremos sobre três deles. Você saberá o que é hospedagem para sites únicos, sites e domínios múltiplos e lojas virtuais. As formas de contratação e os benefícios também podem variar, como você verá a seguir.

Hospedagem para um único site

Entre os tipos de hospedagem de sites e formatos de contratação, você pode optar por planos com pagamentos mensais, trimestrais, semestrais, anuais ou por períodos maiores. Mas, afinal, o que é hospedagem de sites únicos? Como o próprio nome já diz, é um serviço que você contrata para apenas um domínio. O armazenamento pode ser limitado, mas a transferência de dados costuma ser ilimitada e você ainda tem benefícios como contas de e-mail gratuitas e pode usar um criador de sites sem custo adicional.

Hospedagem para múltiplos sites

Podemos classificar os planos de hospedagem de sites em pequenos, médios e grandes. O plano que apresentamos no tópico anterior pode ser considerado um plano pequeno, pois armazena apenas um site. Já um plano médio pode hospedar vários sites e domínios e o investimento tem pouca diferença. 

Hospedagem para múltiplos sites e lojas virtuais

Para quem precisa hospedar vários sites ou lojas virtuais, o ideal é optar por um plano preparado para grandes volumes de dados. Além de ter um armazenamento maior, um plano como este costuma oferecer certificado de segurança gratuito, que é o Certificado SSL.

Se você tem uma loja virtual é recomendado usar uma linguagem mais segura, com criptografia e certificado de segurança. Esses recursos transformam as informações em códigos e embaralham os dados para aumentar a segurança do usuário e tornar o seu site mais confiável. Temos um post que explica os principais motivos para usar HTTPs no seu site.

Vale lembrar que independente do plano escolhido é fundamental que o fornecedor da hospedagem ofereça atendimento 24 horas. Afinal, caso ocorra algum contratempo você precisará de auxílio para resolver.

4 aplicações que você precisa conhecer, agora que sabe o que é hospedagem de sites

WordPress

O WordPress é uma solução usada por 27% da população mundial para criar sites. A aplicação oferece mais de 350 temas que são totalmente customizáveis. Também é possível inserir vários plug-ins para simplificar a rotina de publicações de novos conteúdos, além de várias outras funções.

Joomla

O Joomla é uma ferramenta extremamente versátil, que também permite personalização. Essa é uma solução OpenSource, que possui um código aberto e é desenvolvido por meio de trabalho colaborativo, o que faz com que esteja em constante avanço.

Magento

O Magento é a opção ideal para quem quer começar uma loja virtual. A plataforma é prática e 100% flexível. Com apenas três cliques é possível instalar uma loja virtual.

Drupal

O Drupal é outra ferramenta muito conhecida por sua flexibilidade. É uma solução que dá agilidade ao desenvolvimento de projetos complexos, é segura, escalável e possui uma comunidade muito ativa e colaborativa.  Você pode usá-la para criar um site, blog ou portal.

Ficou mais fácil entender o que é hospedagem de sites e porque você deve conhecer esse universo mais a fundo? Se você ainda tem alguma dúvida.

 

Fonte: HostGator


Como um hacker consegue invadir redes corporativas?

Quem trabalha na área tecnológica já está acostumando com o grande fluxo de informações. Tudo é muito dinâmico, as mudanças são muitas e é preciso estar sempre atento a elas. As novidades no setor tecnológico são constantes, e, além de se preparar e pesquisar sobre como aplicá-las na empresa, também é necessário se defender – o que não é uma tarefa fácil.

Os hackers não perdem tempo e a corrida para proteger os dados de uma corporação é árdua, sempre uma luta contra o tempo, não é mesmo? O que talvez você não saiba é que as tecnologias podem ser aprimoradas, mas os métodos utilizados para hackear uma rede ainda são os mesmos.

Bruno Zani, Gerente de engenharia de sistemas da Intel Security, em uma reportagem para o portal ComputerWorld, conta que um dos maiores desafios para proteger as informações de uma empresa é pensar como um hacker. Segundo ele, existem 6 fases de intrusão que geralmente são usadas para burlar esquemas de segurança. Descubra quais são elas:

1 – Coleta de informações:

É comum que os hackers primeiramente escolham uma empresa-alvo e identifiquem onde o ataque será realizado. Após isso, eles recolhem endereços IP e selecionam perfis que possam armazenar dados corporativos ou pessoais de extrema importância.

2 – Exploração:

O segundo passo, segundo Bruno Zani, é criar uma lista com todos os funcionários e perfis-alvos para começar o processo de varredura – o que inclui a verificação de instâncias específicas de aplicativos vulneráveis executados no ambiente.

3 – Enumeração:

Após identificar o aplicativo vulnerável o hacker passa a procurar versões precisas das tecnologias que tenham falhas e possam ser invadidas.

4 – Invasão:

Depois de encontrar um ponto de entrada, o hacker compromete o servidor web e se aproveita das vulnerabilidades ou problemas de configuração para obter acesso. Quando ele determina como se dará a interação com o alvo e o sistema operacional subjacente, então se infiltra para examinar até que ponto pode expandir um ataque na rede corporativa.

5 – Escalada:

O quinto passo é criar perfis de usuários e privilégios de acesso para espalhar ameaças de uma forma ampla.

6 – Pilhagem:

A última etapa do processo de ataque é a pilhagem. A missão dele geralmente consiste em ter acesso aos dados de cartão de crédito, segredos comerciais da corporação, informações de clientes e pessoais. Seu desejo é minar os dados da empresa e usá-los em seu benefício. Antes um ataque não era tão complexo quanto agora, por isso é importante investir na segurança de dados e estar sempre atento.

Ainda de acordo com Zani, depois de entender a forma como os hackers pensam e agem, é preciso elaborar estratégias para barrá-los.

Muitas organizações investem em uma fortaleza de segurança de TI com uma série de produtos de muitos fornecedores, sendo que cada um possui aspectos diferentes de seus ambientes e em distintas áreas de risco. Mas, como elas não compreendem como esses invasores encontram as vulnerabilidades, não sabem como pará-los.

Não basta apenas investir em relatórios de análise e nos produtos mais avançados. Os funcionários de uma corporação devem ser treinados para evitar distrações e estar por dentro dos processos de segurança da empresa.

É importante que as ferramentas tecnológicas e os colaboradores estejam em sinergia e trabalhem juntos para proteger a corporação.

 Fonte:  Portal ComputerWorld


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