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Custo do desenvolvimento de sites: aprenda a calcular e negociar com o seu cliente

Calcular o custo do desenvolvimento de sites e aplicativos é uma dúvida de muitos desenvolvedores. Por isso, neste post trazemos algumas dicas de como precificar um projeto e justificar o valor ao cliente. Vale lembrar que o planejamento é fundamental para qualquer projeto web. Portanto, o primeiro passo deve ser sempre a elaboração do briefing. Partindo das informações iniciais você já pode montar um escopo do projeto e validar o orçamento e o cronograma de entregas com o cliente.

Como calcular o preço de um projeto web

Antes de calcular o custo do desenvolvimento de sites ou aplicativos é preciso entender a expectativa do cliente: o que ele espera do serviço, como deve ser a interface e quais são as funcionalidades do site? Com essas informações você poderá definir qual aplicação usar, as integrações necessárias e demais particularidades.

Basicamente existem dois modelos de cobrança: por hora ou por projeto. O primeiro é mais usado em demandas mais pontuais, como manutenções ou correções de bugs. Já o segundo formato costuma ser aplicado a projetos mais completos, que serão produzidos do zero, como o desenvolvimento de sites ou apps, por exemplo.

Se você ainda fica um pouco inseguro na hora de calcular o custo do desenvolvimento de sites e projetos web, uma dica é usar a Calculadora Freelancer para estimar o valor da sua hora de trabalho ou de um projeto. O cálculo se baseia em quanto você deseja ganhar por mês, quantas horas tem disponíveis por dia e quantos dias da semana pretende trabalhar. Com essa estimativa fica mais fácil calcular o custo de um projeto.

Outro exemplo é o site www.quantocustaumaplicativo.com que é uma espécie de briefing, com perguntas simples que ajudam a calcular o custo para a criação de um aplicativo. Você pode até se inspirar nestes exemplos para criar um formulário com perguntas mais relacionadas às suas habilidades e experiências. No caso do desenvolvimento de sites, você pode adicionar opções de aplicações, versões para desktop e mobile e até incluir o serviço de hospedagem.

3 erros para evitar na negociação de um site

1) Não entender o objetivo do cliente

Muitas vezes, os clientes têm a necessidade de desenvolver um site, mas não sabem qual é o formato mais indicado para cada tipo de negócio. Portanto, cabe a você desenvolvedor explicar as diferenças entre modelos e formatos, como site institucional, e-commerce, one page, blog e site gerenciável, por exemplo. Para isso é fundamental entender o objetivo do cliente e direcioná-lo para a melhor opção, inclusive orientando sobre SEOnegócios locais e outras funcionalidades que contribuam para os resultados alcançados.

2) Não recomendar outros serviços

Todo site precisa de domínio, hospedagem, painel de controle. Embora tudo isso seja muito comum para desenvolvedores, costuma ser extremamente novo para quem é leigo no assunto. Então, além de descrever os serviços necessários, é importante recomendar os melhores fornecedores. O desenvolvimento de sites pode incluir um pacote completo de serviços e esses custos podem ser contemplados no seu próprio orçamento. Tudo o que simplifica a vida do cliente tende a ser bem-vindo.

3) Não apresentar tendências

Como profissional de tecnologia você está sempre atento às novas tendências do mercado. Então, repasse esse conhecimento aos clientes. Mesmo que a demanda se limite ao desenvolvimento de sites, você deve ressaltar a importância de projetos responsivos, da velocidade de carregamento, da disponibilidade do site e até de conteúdos voltados para as ferramentas de busca.

 

Você já oferece serviços adicionais aos seus clientes? Compartilhe conosco como tem sido essa experiência.

Fonte: HostGator


5 dicas para melhorar a experiência do usuário no seu site

Você já ouviu falar de UX Design, ou apenas UX? Esse é um termo comum para as pessoas da área de Web Design e Desenvolvimento de Sites e possui um significado bastante simples: a sigla é a abreviação da palavra inglesa User Experience, traduzida no português para Experiência do Usuário.

Essa área do design trata questões de usabilidade, fluxo e a forma de pensar do seu público em uma interface gráfica. Por isso, preparei esse post para ajudar você a entender melhor esse universo dentro do Web Design. Então venha conferir as 5 dicas para melhorar a experiência do usuário em seu site.

Certamente você já deve ter encontrado alguma dificuldade ao buscar informações em uma página na internet e acabou desistindo, não é mesmo? O que acontece é quem desenvolveu o site não levou em conta como seria a experiência do usuário, ou não pensou em outros possíveis caminhos para encontrar uma informação importante. E é isso que o conceito de UX Design veio corrigir.

Se projetamos uma interface para uma outra pessoa e não para nós mesmos, precisamos nos colocar na posição das pessoas que nunca viram o site ou aplicativo. O usuário não é o culpado por não achar o que precisa e é ele quem dita como encontrar as informações.

Pensar na experiência do usuário é antecipar a forma que alguém irá usar o seu site ou aplicativo. Para isso é preciso ser curioso e imaginar todos os trajetos viáveis com o máximo de detalhamento possível. Isso reduz bastante a probabilidade de erros e a perda de atenção do visitante do site. Além disso, é preciso que você entenda o seu público e realize muitos testes para encontrar qual é a forma mais intuitiva e atrativa de navegar em um site, na visão dele.

Então vamos aos 5 passos que irão te ajudar a melhorar a experiência do usuário no seu site:

1. Conheça o seu público

Para entender a forma como o seu usuário pensa, você precisa saber quem ele é e o que ele gosta de fazer. Procure conhecer melhor quem realmente se interessa pelo seu site, quais são os seus gostos e características.
A pessoa chave que você quer atingir é construída através da técnica de criação de personas – que você pode conhecer melhor nesse post. Depois disso, tente pensar como se estivesse no lugar desses usuários que você criou: quais sites costumam visitar, quais são as suas prioridades e quais dispositivos usam.

Descreva detalhadamente todas essas ideias, e se possível, faça muitos rascunhos no papel, pois são esses detalhes que vão guiar o foco do seu projeto. Por exemplo, se a sua persona é do tipo que vive no celular, é importante que você fique atento aos conceitos de responsividade. Já se ela gosta de estar ao ar livre, pense em como deixar todas as opções o mais simples possível.

2. Crie um fluxograma do seu site

Quando criamos histórias, precisamos seguir um fluxo coerente de acontecimentos e informações – e isso também se aplica ao seu site. Então tenha em mente a sequência dos elementos que você quer que as pessoas vejam. Defina, por exemplo, quais são as informações mais importantes da sua empresa ou quais produtos necessitam de destaque.

Faça um mapa mental de todas as páginas e como elas se conectam. Descreva em detalhes os possíveis erros e mensagens que podem acontecer no seu site. Isso te ajudará mais tarde quando você for criar o mapa do site, por exemplo.

3. Faça um bom wireframe

O próximo passo é criar um wireframe! Ele é um rascunho rápido do seu site, sem cores, imagens ou textos. Ele é importante para definir o posicionamento de cada elemento e os espaços entre os ícones, os textos e as imagens. Além de deixar o fluxo mais fácil para ser compreendido para todos os envolvidos no projeto.

Um wireframe permite que você visualize a estrutura completa do site de forma mais clara e visual. Dessa maneira facilita o entendimento do fluxograma criado anteriormente e ajuda a encontrar possíveis falhas nesse processo.

Você pode fazê-lo em algum programa, em aplicativos ou até mesmo no papel! O importante é definir onde cada elemento do seu site vai ficar antes de começar a fazer o layout definitivo.

4. Mantenha uma unidade visual

Ao pensar no layout do seu site procure definir um padrão para os botões, cores e o espaçamentos em todas as páginas.

Pense também no estilo de ícone e imagens que você irá usar. Serão ilustrações, fotos ou vetores? Sempre leve em conta as características da sua marca e o perfil do seu público alvo que foi analisado no primeiro passo.

5. Faça testes

O mais importante: teste muito! Mesmo depois que o seu site estiver pronto e online, ele não estará totalmente finalizado. Sempre há coisas para melhorar e adaptações para fazer conforme for a aceitação do seu público. Nunca deixe o seu site parado e desatualizado, realize testes nas páginas para encontrar a melhor maneira de se comunicar com o seu usuário.

Teste a posição de botões, teste a localização de produtos e também as cores utilizadas. Se der certo, ótimo! Se não, tente novamente. Não esqueça também de fazer o controle do que é testado: documente as alterações para analisar os resultados e ver a eficiência de uma página em relação a outra.

Lembre-se: sempre faça uma mudança de cada vez para saber exatamente qual alteração teve o melhor resultado. Para criar os testes e documentá-los, você pode usar o Google Analytics, que já é integrado com os resultados gerais do seu site. Já para comparações e análises de navegação do seu site, você precisará de uma ferramenta de mapa de calor e de clique, como é o exemplo do HotJar ou CrazyEgg. Com essas duas ferramentas você conseguirá visualizar melhor o real fluxo dos seus clientes no site, e terá mais ideias do que funciona e o que não funciona.

Além de melhorar a navegação em seu site, uma ótima experiência do usuário irá ajudá-lo a melhorar as suas vendas. Você dará foco no que é importante e deixará para o usuário um site mais limpo e direto, fácil de usar.

Lembre-se que em UX não existe certo ou errado, apenas muita pesquisa e, como dito na última dica, muitos testes! Apesar de não haver uma fórmula pronta, pois as características de cada empresa são diferentes, o mais importante é ter vontade e curiosidade para aprender como as outras pessoas pensam.

Fonte: HostGator


O que é site responsivo e como funciona a web que cabe no celular?

Não é novidade pra ninguém que os hábitos de consumo mudaram, mas às vezes não percebemos o quanto a tecnologia está inserida no nosso dia a dia. Tem muita gente que resolve praticamente tudo usando só o smartphone: faz as compras do supermercado, chama um Uber, acompanha a rotina escolar dos filhos, agenda consultas médicas e muito mais. Por isso, ter um site responsivo é fundamental para posicionar melhor o seu negócio.

Uma pesquisa encomendada pelo Google Brasil revela que o hábito de pesquisar no computador, seja notebook ou desktop, já não é mais predominante. A expectativa de 79% dos usuários de smartphones é obter informações imediatas para suas pesquisas. Isso significa que o seu negócio precisa de um site responsivo para proporcionar uma melhor experiência ao consumidor.

Mas afinal, o que é um site responsivo?

O site responsivo é desenvolvido para se adaptar aos equipamentos mobile, como smartphones e tablets. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)recomenda que os negócios tenham uma versão mobile de sua página para alcançar um público maior e impulsionar as vendas. Destacamos abaixo algumas das vantagens de ter um site responsivo:

  1. O conteúdo se adapta ao tamanho da tela.
  2. Os elementos se ajustam automaticamente para uma rolagem vertical.
  3. O menu do site também se adapta ao dispositivo usado.
  4. É possível selecionar os conteúdos de destaque para o mobile.
  5. O tamanho das imagens também se adapta ao layout.

O site responsivo pode impulsionar as vendas

Os consumidores estão cada vez mais em busca de experiências positivas enquanto usam equipamentos móveis. Uma prova disso é que 43% dos usuários de smartphones desistem de um site que não carrega imediatamente e 41% afirmam que as chances de voltarem a esse site é mínima. É o que aponta um estudo da consultoria Provokers. Portanto, se o seu negócio não tem um site responsivo, a tendência é que o consumidor procure o site de outra marca.

Esses dados são de um teste realizado pelo Google com mais de 900 mil sites mobile. Segundo o teste, o tempo médio de carregamento das páginas pesquisadas foi de 22 segundos. O problema é que se um site responsivo demora mais de três segundos para carregar os usuários desistem da busca. Além da demora para carregar o conteúdo, outras reclamações muito comuns são a dificuldade de encontrar o que busca, falta de funcionalidade e problemas para finalizar uma compra, no caso das lojas virtuais.

Portanto, se você quer aumentar a visibilidade do seu negócio, atrair novos clientes e ampliar as vendas, precisa investir em um site responsivo. Mais do que uma tendência, é uma necessidade se adaptar ao comportamento das novas gerações. Se você ainda não está convencido, pode acessar outro post que publicamos aqui no blog: 4 motivos para ter um site responsivo. Inclusive, vale lembrar que em 2015 o Google implementou alterações em seu algoritmo e passou a dar prioridade aos sites adaptados para dispositivos móveis.

Aplique o conceito mobile first

A criação de um site deve sempre manter o foco no usuário. Afinal, o mais importante é fazer com que as informações cheguem ao consumidor, objetivo final das ações de desenvolvimento de projetos web. Então, se o usuário está cada vez mais usando smartphones e tablets, direcione a criação de um site começando pelos dispositivos móveis.

Esse é o princípio do mobile first: desenvolver inicialmente a versão para smartphones e tablets e depois adaptá-la para desktops e notebooks. Quando o conteúdo e toda a arquitetura da informação são pensados para telas menores, a tendência é que a velocidade de carregamento seja maior. Ou seja, um site responsivo tende a ser mais leve e se você unir isso a um bom conteúdo, a chance de os consumidores abandonarem o seu site reduz significativamente.

Uma dica para avaliar o seu site é usar a ferramenta PageSpeed. Ela analisa o carregamento de páginas da web e fornece insights, como a classificação do site, recomenda melhorias e aponta otimizações já implantadas. O uso é gratuito e a avaliação é feita para versões mobile e desktop. O PageSpeed tem ainda guias com conteúdo relevante sobre como aperfeiçoar o seu site, referências e exemplos para desenvolvedores.

Este post ajudou você a entender o que é um site responsivo e a importância dele para o seu negócio? Cite nos comentários outros temas que lhe interessam!

Fonte: HostGator


Como um bom site ajuda a gerar mais negócios locais

Você já ouviu o termo “dá um Google“? Essa prática faz parte do dia a dia de praticamente todas as pessoas e as pesquisas são as mais variadas possíveis. As buscas na internet vão desde receitas culinárias a letras de música, passando por resultados de jogos esportivos e, principalmente, referências sobre negócios locais. Queremos saber qual a melhor padaria da cidade, referências de restaurantes veganos, qual a clínica veterinária mais próxima, onde encontrar uma loja de brinquedos, de roupas, calçados e por aí vai. Ou seja, você precisa aproveitar esse intenso volume de busca para atrair novos clientes para a sua empresa.

O primeiro passo para ser encontrado é ter um site, mesmo que a sua empresa não venda produtos online. Diariamente as pessoas  buscam na internet referências sobre negócios locais, querem saber os dias e horários de atendimento e procuram estabelecimentos próximos de onde estão. Se a sua empresa tiver um bom site é possível tirar proveito de estratégias como SEO local, uma maneira  de ajudar o seu potencial cliente a encontrar a sua empresa. Veja algumas dicas de como colocar isso em prática no seu site.

O que é um bom site para negócios locais?

Existem várias ferramentas de busca na internet, sendo o Google, a mais conhecida. Quando você pesquisa por algo nessas ferramentas, os buscadores fazem uma seleção entre os dados disponíveis online. O resultado dá preferência aos sites e informações que sejam mais relevantes para a experiência do usuário. Se você pesquisar por uma lanchonete, por exemplo, a tendência é que os primeiros resultados apresentados sejam os estabelecimentos mais próximos da sua localização e você ainda receberá algumas opções que facilitam o acesso ao local pesquisado, como o botão de ligar para a lanchonete ou direções e mapas sobre como chegar mais rapidamente. Percebeu como é importante que os negócios locais tenham um bom site? Só assim sua empresa poderá se posicionar melhor.

Uma pesquisa divulgada pelo site Think With Google aponta que olhamos nossos celulares mais de 150 vezes por dia. Isso significa que não basta ter um site que funcione apenas em notebooks e desktops, também é preciso pensar nos aparelhos móveis, como smartphones e tablets. Dados da mesma pesquisa revelam que 86% dos usuários de smartphones fazem pesquisa de compras usando aparelhos mobile. Os negócios locais não podem perder essa oportunidade de potencializar a divulgação dos seus produtos e serviços. Inclusive, para isso é fundamental que o site do seu negócio possua uma versão exclusiva para dispositivos móveis, como smartphones e tablets, caso contrário você pode perder clientes, uma vez que as informações do seu site podem aparecer desconfiguradas nestes tipos de equipamentos.

Um bom site deve ser funcional e atender tanto aos objetivos do seu negócio, como aos interesses dos clientes. É fundamental ter informações básicas do seu estabelecimento, como: endereço, formas de contato, horário de funcionamento e uma descrição clara sobre o que a sua empresa faz e seu segmento de atuação. O conteúdo deve ser estruturado de forma simples e objetiva, fazendo com que as informações sejam encontradas facilmente. Além disso, é fundamental que o site esteja otimizado para as ferramentas de busca. Falaremos mais sobre isso a seguir.

5 dicas para o seu site gerar mais negócios

Quem trabalha com o desenvolvimento de sites já está acostumado com os termos ranqueamento e busca local, mas quem não é dessa área costuma ficar um pouco confuso com expressões como essas. O ranqueamento é uma classificação feita pelas ferramentas de busca para definir a relevância do conteúdo que é apresentado em um site. Quanto melhor o ranqueamento, melhor posicionado um site fica no resultado de busca, facilitando que os usuários o encontrem e, consequentemente, o acessem. Para atingir um bom ranqueamento, deve-se levar em conta fatores como o conteúdo do site, a velocidade de carregamento da página e a adaptação para smartphones e outros aparelhos móveis.

Imagine que a palavra-chave do seu negócio é “flor de liz”. É importante que ela apareça nos títulos do seu site, nos cabeçalhos e conteúdo, nas descrições, nos nomes das imagens e URLs. Mas neste caso, as ferramentas de busca tendem a apresentar o seu negócio só para quem pesquisar exatamente este termo. Por isso, você pode optar por destacar a palavra-chave “floricultura no Rio de Janeiro”, fazendo com que seja possível que a sua empresa seja exibida para quem está em busca de flores na capital carioca. Percebeu que essa pode ser uma ótima oportunidade para negócios locais? A sua empresa pode ser encontrada por quem está em busca do serviço que você presta ou produtos que oferece, na região em que atua.

Também é importante dizer que os resultados das buscas variam de acordo com o equipamento utilizado. Você pode fazer o teste, pesquisar pelo supermercado mais próximo no seu computador e depois repetir a busca no smartphone. Como o telefone tem um sinal de GPS, vai considerar a sua localização e, portanto, vai apresentar resultados geolocalizados, ou seja, mostrar os supermercados mais próximos ao local que você se encontra no momento. Essa pode ser uma estratégia para negócios locais atraírem mais pessoas e conquistarem novos clientes.  

Confira algumas dicas básicas para que o seu site apareça mais nas buscas locais:

1) Descrição – Os sites de negócios locais devem ter uma descrição detalhada, explicando o que é a empresa, e quais os produtos ou serviços oferecidos. O usuário precisa entender rapidamente do que se trata o negócio, sem margem para dúvidas. Caso contrário, as chances dele abandonar o site em apenas alguns segundos, é grande. 

2) Categoria – A sua empresa deve ser categorizada de forma correta. Se você vende roupas infantis, deve deixar isso claro nos conteúdos do próprio site. Não basta dizer que o seu negócio vende “roupa de qualidade”, é preciso explicar que “roupas para crianças” e aí você pode reforçar que têm qualidade comprovada, por exemplo. 

3) Imagens – Adicione várias fotos no site. Vale mostrar desde a fachada da empresa até o interior das instalações e a exibição de produtos. Lembre-se que as fotos devem ter qualidade, então priorize a boa resolução, mas não exagere para não comprometer o carregamento da página. 

4) Informações – É importante descrever todas as informações sobre o seu negócio: nome da empresa, endereço, formas de contato (telefone/e-mail/WhatsApp), dias e horário de atendimento.

5) Depoimentos – Mostrar a opinião de clientes também é importante, afinal, o ponto de vista de quem já adquiriu seus serviços pode estimular outras pessoas a conhecerem a sua empresa. Mas lembre-se, as opiniões devem ser reais e ter sua publicação autorizada pelos autores.

Fonte: HostGator


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