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Manutenção de Sites: como o pós-venda pode aumentar a sua receita

Quem trabalha com desenvolvimento de sites sabe que concluir um projeto e entregá-lo ao cliente não significa, obrigatoriamente, o fim da prestação de serviços. O pós-venda e a manutenção de sites podem render uma boa renda extra. Por isso, neste post vamos apresentar algumas dicas sobre como vender o serviço de atualização e manutenção de sites.

6 tipos de manutenção de sites

Só garantir a presença digital não basta, também é preciso se diferenciar para atrair a atenção do público. Por isso, manter um site atualizado é tão importante quanto criar um novo site. Veja abaixo alguns tipos de manutenção que você pode oferecer aos seus clientes.

1) Backup

Uma preocupação essencial para quem tem um site é a segurança. Pensando nessa demanda, um serviço que você pode incluir no seu pós-venda é a oferta de backups. A regularidade pode variar de acordo com o tamanho da empresa ou o tipo de negócio, desde backups diários, semanais, quinzenais ou mensais. Essa rotina é fundamental para garantir que o seu cliente não perderá tudo caso ocorra algum imprevisto. Temos um post sobre backup online com alguns argumentos relevantes para defender a importância da manutenção de sites.

2) Código fonte

No dia a dia é comum surgirem situações em que o serviço de suporte está diretamente ligado ao código fonte. Por isso, é interessante reforçar junto aos clientes que um código limpo e sem erros reduz os custos de manutenção de sites. Este também é um meio de valorizar o seu trabalho e explicar os custos de um projeto.

3) Análise de tráfego

Outra demanda que pode ser caracterizada como manutenção de sites é a análise de tráfego. Ou seja, você pode avaliar a performance de cada página e propor estratégias para melhorar o desempenho. Isso vale tanto para aumentar a conversão de e-commerces, reduzir a taxa de rejeição e até aumentar o índice de visitantes únicos, por exemplo.

4) Atualização avulsa

Quem trabalha com desenvolvimento também costuma ser muito procurado para fazer a manutenção de sites estáticos. São demandas caracterizadas como avulsas e vão desde atualizações simples de conteúdo, como endereço e número de telefone, a upgrades mais completos, que envolvem ações como modificar a arquitetura da informação.

5) Manutenção periódica

Você também pode criar planos periódicos de manutenção de sites. Essa prática pode ter muita relação com sites de e-commerce, que requerem atualização constante. A periodicidade pode ser negociada com o cliente e as alterações também podem estar previstas em um acordo de nível de serviço. Também é importante atualizar o cliente sobre as atividades desenvolvidas, tanto para apontar o que foi feito, como para valorizar a sua atuação.

6) Reconstrução

Existem projetos em que a simples manutenção de sites não atende a expectativa do cliente. Então, quando for necessário corrigir muitas falhas no código fonte ou modificar bastante o projeto web, ofereça a reconstrução. Este serviço também se aplica aos casos em que é preciso reformular um site para adequá-lo aos dispositivos móveis. Você já leu nosso post sobre mobile first?

Conhecendo o perfil dos seus clientes você pode adequar a oferta de serviços. Existem diversas outras possibilidades, como a escolha de hospedagem e serviços de SEO para a otimização de páginas, entre outros. Mantenha um arquivo com os principais dados dos projetos web que trabalhou e faça contatos regulares de pós-venda, pode ser por e-mail ou por telefone, por exemplo. Além de oferecer a manutenção de sites você também pode fidelizar seus clientes. Já pensou nisso?

Boas práticas na entrega de um projeto web

A entrega de um projeto web é um momento muito importante para o cliente, pois é a concretização de um objetivo. Portanto, este é o momento para iniciar o pós-venda. Faça uma apresentação completa do site, explique detalhadamente o painel de controle e entregue um manual de instruções. O ideal é que o material tenha captura de telas, pois isso vai auxiliar o cliente a gerenciar o site. Aproveite a oportunidade para falar sobre os ajustes que serão necessários ao longo de um determinado período e reforce a importância do backup. Quanto mais solícito e esclarecedor você for, mais confiante e satisfeito ficará o cliente com o seu trabalho, aumentando as chances de aquisição de novos serviços.

5 passos estratégicos para o pós-venda

  1. Apresentar detalhadamente o projeto web, funcionalidades e recursos do painel de controle.
  2. Entregar um manual de instruções com a captura das telas para facilitar o reconhecimento do usuário.
  3. Mencionar os ajustes necessários no projeto web e o prazo recomendado para cada um deles.
  4. Ressaltar a importância do backup regular para resguardar as informações do site.
  5. Fazer contatos periódicos (podem ser mensais) para saber se o projeto web está correspondendo as expectativas e se colocar à disposição.

Você já coloca as dicas deste post em prática? Compartilhe conosco a sua experiência!

 

Fonte: HostGator


Por que um site lento é problemático (e como resolver isso)

Qual a sua reação quando está tentando acessar um site e ele não carrega? Se você fica incomodado, saiba que não está sozinho: 64% dos usuários tendem a deixar a página e buscar outro site que seja mais rápido. Este dado foi publicado pelo Profissional de E-commerce, que divulgou um alerta para quem vende pela internet: 79% dos usuários mais frequentes não compram em sites que são muito lentos.

Para ajudar a resolver os problemas de um site lento, o Google lançou uma ferramenta voltada para empreendedores, que testa a velocidade de sites, o Teste meu SiteO recurso é gratuito e apresenta o tempo de carregamento da página classificando se o resultado é satisfatório ou não e estimando um percentual de visitantes que deixam de acessá-lo por conta da lentidão. A ferramenta pode enviar um relatório gratuito com dicas de como aperfeiçoar o seu endereço digital. Aproveite também para comparar a velocidade de carregamento com o de outras empresas do seu setor.

Site lento: 7 pontos que devem ser avaliados

  1. Testar a velocidade na conexão padrão
  2. Analisar os dados do site
  3. Verificar HTML/CSS
  4. Executar JavaScript
  5. Testar a usabilidade em dispositivos móveis
  6. Dimensionar o conteúdo para mobile e verificar a legibilidade do texto
  7. Comparar a velocidade do seu site com outros semelhantes

Se você é empreendedor e não entende de desenvolvimento de sites, fique tranquilo pois existem vários recursos para verificar se sua página está lenta, inclusive já citamos aqui no blog. Veja 5 ferramentas gratuitas para testar a velocidade de carregamento do seu site. Independente do recurso escolhido, é imprescindível que você conheça as principais métricas do seu site. Afinal, é a partir dessas informações que você saberá quais as melhorias necessárias para atrair novos visitantes para o seu endereço digital.

3 motivos para acelerar a velocidade do seu site

Para quem tem um negócio online, o maior prejuízo de um site lento é deixar de vender. A Pesquisa Conversion do Consumidor Digital 2017 afirma que 93% dos brasileiros conectados já realizaram compras pela internet. Então, não espere mais para aumentar a velocidade de carregamento e a qualidade do seu site, pois isso também pode ser considerado uma estratégia de venda.

Usabilidade

A usabilidade é responsável por deixar os sites mais intuitivos e fáceis de usar. A facilidade de uso é um fator crucial para que os usuários permaneçam em uma determinada página ou não. Portanto, a lentidão não é o único problema que um site pode apresentar; um visitante pode desistir de continuar em um site se não encontrar as informações que busca. Para saber mais sobre usabilidade, leia o post que indica 7 páginas importantes que o seu site deve ter.

Ranking do Google

Você quer que o seu site apareça entre os primeiros resultados na busca do Google? Uma das suas preocupações deve ser resolver os problemas que deixam o site lento. É importante otimizar as imagens, desabilitar recursos desnecessários, habilitar o cache e claro, escolher uma hospedagem de confiança. Se ficou em dúvida sobre as recomendações, veja o post 7 dicas para melhorar a velocidade do site.

Experiência do Usuário

Atualmente se fala muito sobre a experiência do usuário e a mudança no comportamento dos consumidores. Uma pesquisa do Google aponta que 79% das pessoas que usam smartphones querem encontrar as informações que buscam de forma instantânea. Isso significa que se o site do seu negócio é lento e não está adaptado para os equipamentos móveis, essa não será uma boa experiência e você pode perder vendas e clientes. Quer melhorar a experiência do usuário? Confira se a sua empresa tem um site de qualidade.

Dispositivos móveis: velocidade é fundamental

Os smartphones contribuíram para tornar os consumidores mais imediatistas. Com a internet ao alcance das mãos, todos querem resultados imediatos, como apontou a pesquisa que citamos no parágrafo anterior. Se neste cenário um site lento já não tem vez, uma página que não é adaptada para dispositivos móveis também perde muitas oportunidades.

Se você ainda não ouviu falar em mobile first, é importante saber o que é e quais as vantagens de usar essa técnica para criar um site. A jornada de compra passa pelas ferramentas de busca, site e redes sociais, e muitas vezes todos os acessos são feitos pelo smartphone. Esses canais fornecem elementos que pesam na decisão dos consumidores. Por isso, um site lento pode fazer o seu negócio perder pontos e o cliente optar pela concorrência, mesmo que o seu produto ou serviço tenha mais qualidade ou melhor preço.

O site do seu negócio deve ser uma extensão da sua empresa, por isso é importante que a sua presença online esteja compatível com a realidade. Imagine que você tem uma transportadora e preza pela agilidade nas entregas, mas seu site é lento, a experiência do usuário é ruim e o consumidor não encontra as informações que busca. Para a internet ser a porta de entrada para novos clientes, você precisa manter o seu site em ordem e preparado para receber os novos visitantes, refletindo a qualidade dos seus serviços e do seu atendimento.

Por fim, lembre-se: as empresas que se adaptam mais rápido às mudanças tendem a se destacar mais, principalmente num cenário extremamente competitivo, como é a internet. Então, estude o seu público-alvo e ofereça a melhor experiência para fidelizá-lo e aumentar a rentabilidade do seu negócio.

Fonte: HostGator


Custo do desenvolvimento de sites: aprenda a calcular e negociar com o seu cliente

Calcular o custo do desenvolvimento de sites e aplicativos é uma dúvida de muitos desenvolvedores. Por isso, neste post trazemos algumas dicas de como precificar um projeto e justificar o valor ao cliente. Vale lembrar que o planejamento é fundamental para qualquer projeto web. Portanto, o primeiro passo deve ser sempre a elaboração do briefing. Partindo das informações iniciais você já pode montar um escopo do projeto e validar o orçamento e o cronograma de entregas com o cliente.

Como calcular o preço de um projeto web

Antes de calcular o custo do desenvolvimento de sites ou aplicativos é preciso entender a expectativa do cliente: o que ele espera do serviço, como deve ser a interface e quais são as funcionalidades do site? Com essas informações você poderá definir qual aplicação usar, as integrações necessárias e demais particularidades.

Basicamente existem dois modelos de cobrança: por hora ou por projeto. O primeiro é mais usado em demandas mais pontuais, como manutenções ou correções de bugs. Já o segundo formato costuma ser aplicado a projetos mais completos, que serão produzidos do zero, como o desenvolvimento de sites ou apps, por exemplo.

Se você ainda fica um pouco inseguro na hora de calcular o custo do desenvolvimento de sites e projetos web, uma dica é usar a Calculadora Freelancer para estimar o valor da sua hora de trabalho ou de um projeto. O cálculo se baseia em quanto você deseja ganhar por mês, quantas horas tem disponíveis por dia e quantos dias da semana pretende trabalhar. Com essa estimativa fica mais fácil calcular o custo de um projeto.

Outro exemplo é o site www.quantocustaumaplicativo.com que é uma espécie de briefing, com perguntas simples que ajudam a calcular o custo para a criação de um aplicativo. Você pode até se inspirar nestes exemplos para criar um formulário com perguntas mais relacionadas às suas habilidades e experiências. No caso do desenvolvimento de sites, você pode adicionar opções de aplicações, versões para desktop e mobile e até incluir o serviço de hospedagem.

3 erros para evitar na negociação de um site

1) Não entender o objetivo do cliente

Muitas vezes, os clientes têm a necessidade de desenvolver um site, mas não sabem qual é o formato mais indicado para cada tipo de negócio. Portanto, cabe a você desenvolvedor explicar as diferenças entre modelos e formatos, como site institucional, e-commerce, one page, blog e site gerenciável, por exemplo. Para isso é fundamental entender o objetivo do cliente e direcioná-lo para a melhor opção, inclusive orientando sobre SEOnegócios locais e outras funcionalidades que contribuam para os resultados alcançados.

2) Não recomendar outros serviços

Todo site precisa de domínio, hospedagem, painel de controle. Embora tudo isso seja muito comum para desenvolvedores, costuma ser extremamente novo para quem é leigo no assunto. Então, além de descrever os serviços necessários, é importante recomendar os melhores fornecedores. O desenvolvimento de sites pode incluir um pacote completo de serviços e esses custos podem ser contemplados no seu próprio orçamento. Tudo o que simplifica a vida do cliente tende a ser bem-vindo.

3) Não apresentar tendências

Como profissional de tecnologia você está sempre atento às novas tendências do mercado. Então, repasse esse conhecimento aos clientes. Mesmo que a demanda se limite ao desenvolvimento de sites, você deve ressaltar a importância de projetos responsivos, da velocidade de carregamento, da disponibilidade do site e até de conteúdos voltados para as ferramentas de busca.

 

Você já oferece serviços adicionais aos seus clientes? Compartilhe conosco como tem sido essa experiência.

Fonte: HostGator


5 dicas para melhorar a experiência do usuário no seu site

Você já ouviu falar de UX Design, ou apenas UX? Esse é um termo comum para as pessoas da área de Web Design e Desenvolvimento de Sites e possui um significado bastante simples: a sigla é a abreviação da palavra inglesa User Experience, traduzida no português para Experiência do Usuário.

Essa área do design trata questões de usabilidade, fluxo e a forma de pensar do seu público em uma interface gráfica. Por isso, preparei esse post para ajudar você a entender melhor esse universo dentro do Web Design. Então venha conferir as 5 dicas para melhorar a experiência do usuário em seu site.

Certamente você já deve ter encontrado alguma dificuldade ao buscar informações em uma página na internet e acabou desistindo, não é mesmo? O que acontece é quem desenvolveu o site não levou em conta como seria a experiência do usuário, ou não pensou em outros possíveis caminhos para encontrar uma informação importante. E é isso que o conceito de UX Design veio corrigir.

Se projetamos uma interface para uma outra pessoa e não para nós mesmos, precisamos nos colocar na posição das pessoas que nunca viram o site ou aplicativo. O usuário não é o culpado por não achar o que precisa e é ele quem dita como encontrar as informações.

Pensar na experiência do usuário é antecipar a forma que alguém irá usar o seu site ou aplicativo. Para isso é preciso ser curioso e imaginar todos os trajetos viáveis com o máximo de detalhamento possível. Isso reduz bastante a probabilidade de erros e a perda de atenção do visitante do site. Além disso, é preciso que você entenda o seu público e realize muitos testes para encontrar qual é a forma mais intuitiva e atrativa de navegar em um site, na visão dele.

Então vamos aos 5 passos que irão te ajudar a melhorar a experiência do usuário no seu site:

1. Conheça o seu público

Para entender a forma como o seu usuário pensa, você precisa saber quem ele é e o que ele gosta de fazer. Procure conhecer melhor quem realmente se interessa pelo seu site, quais são os seus gostos e características.
A pessoa chave que você quer atingir é construída através da técnica de criação de personas – que você pode conhecer melhor nesse post. Depois disso, tente pensar como se estivesse no lugar desses usuários que você criou: quais sites costumam visitar, quais são as suas prioridades e quais dispositivos usam.

Descreva detalhadamente todas essas ideias, e se possível, faça muitos rascunhos no papel, pois são esses detalhes que vão guiar o foco do seu projeto. Por exemplo, se a sua persona é do tipo que vive no celular, é importante que você fique atento aos conceitos de responsividade. Já se ela gosta de estar ao ar livre, pense em como deixar todas as opções o mais simples possível.

2. Crie um fluxograma do seu site

Quando criamos histórias, precisamos seguir um fluxo coerente de acontecimentos e informações – e isso também se aplica ao seu site. Então tenha em mente a sequência dos elementos que você quer que as pessoas vejam. Defina, por exemplo, quais são as informações mais importantes da sua empresa ou quais produtos necessitam de destaque.

Faça um mapa mental de todas as páginas e como elas se conectam. Descreva em detalhes os possíveis erros e mensagens que podem acontecer no seu site. Isso te ajudará mais tarde quando você for criar o mapa do site, por exemplo.

3. Faça um bom wireframe

O próximo passo é criar um wireframe! Ele é um rascunho rápido do seu site, sem cores, imagens ou textos. Ele é importante para definir o posicionamento de cada elemento e os espaços entre os ícones, os textos e as imagens. Além de deixar o fluxo mais fácil para ser compreendido para todos os envolvidos no projeto.

Um wireframe permite que você visualize a estrutura completa do site de forma mais clara e visual. Dessa maneira facilita o entendimento do fluxograma criado anteriormente e ajuda a encontrar possíveis falhas nesse processo.

Você pode fazê-lo em algum programa, em aplicativos ou até mesmo no papel! O importante é definir onde cada elemento do seu site vai ficar antes de começar a fazer o layout definitivo.

4. Mantenha uma unidade visual

Ao pensar no layout do seu site procure definir um padrão para os botões, cores e o espaçamentos em todas as páginas.

Pense também no estilo de ícone e imagens que você irá usar. Serão ilustrações, fotos ou vetores? Sempre leve em conta as características da sua marca e o perfil do seu público alvo que foi analisado no primeiro passo.

5. Faça testes

O mais importante: teste muito! Mesmo depois que o seu site estiver pronto e online, ele não estará totalmente finalizado. Sempre há coisas para melhorar e adaptações para fazer conforme for a aceitação do seu público. Nunca deixe o seu site parado e desatualizado, realize testes nas páginas para encontrar a melhor maneira de se comunicar com o seu usuário.

Teste a posição de botões, teste a localização de produtos e também as cores utilizadas. Se der certo, ótimo! Se não, tente novamente. Não esqueça também de fazer o controle do que é testado: documente as alterações para analisar os resultados e ver a eficiência de uma página em relação a outra.

Lembre-se: sempre faça uma mudança de cada vez para saber exatamente qual alteração teve o melhor resultado. Para criar os testes e documentá-los, você pode usar o Google Analytics, que já é integrado com os resultados gerais do seu site. Já para comparações e análises de navegação do seu site, você precisará de uma ferramenta de mapa de calor e de clique, como é o exemplo do HotJar ou CrazyEgg. Com essas duas ferramentas você conseguirá visualizar melhor o real fluxo dos seus clientes no site, e terá mais ideias do que funciona e o que não funciona.

Além de melhorar a navegação em seu site, uma ótima experiência do usuário irá ajudá-lo a melhorar as suas vendas. Você dará foco no que é importante e deixará para o usuário um site mais limpo e direto, fácil de usar.

Lembre-se que em UX não existe certo ou errado, apenas muita pesquisa e, como dito na última dica, muitos testes! Apesar de não haver uma fórmula pronta, pois as características de cada empresa são diferentes, o mais importante é ter vontade e curiosidade para aprender como as outras pessoas pensam.

Fonte: HostGator


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